19 de Outubro de 2010

A pegada ecológica dos portugueses

Os portugueses também contribuem para uma pegada ecológica que ultrapassa largamente aquilo que o planeta azul nos consegue fornecer. Segundo o último estudo do impacto global das actividades humanas, os portugueses precisam de 4,5 ha por pessoa para manter o seu nível de consumo actual, duas vezes a média global e quase quatro vezes a área que lhes caberia se o seu consumo fosse adaptado à capacidade de regeneração da terra.
Se olharmos apenas para o consumo dos recursos pesqueiros, os portugueses ficam colocados muito acima da média mundial - com um consumo, em média, de 57 quilos de peixe por pessoa por ano, somos os terceiros maiores consumidores de peixe per capita do mundo.
Fonte: Greenpeace

18 de Outubro de 2010

Black Pixel Project

Um belo vídeo de uma campanha do Greenpeace, mostra que com pequenas atitudes podemos fazer diferença e ajudar nosso planeta.
http://www.greenpeaceblackpixel.org/#/en

8 de Outubro de 2010

Como já devem de ter notado mudamos o visual do nosso blog... não é bem assim, a V.4 do help-natureza esta apenas em teste e nao quer dizer que seja esta.

Educação Ambiental na Terra Sã

Educação Ambiental na Terra Sã
9 e 10 de Outubro - Lisboa

A Quercus, através do Grupo de Formação e Educação para a Sustentabilidade, marcará presença na Feira Nacional Agricultura Biológica, que se realizará nos dias 9 e 10 de Outubro, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL). O tema deste ano será "Agricultura Biológica e Biodiversidade" e poderá contar com diversas actividades. Participe!

A Quercus terá no local um expositor com material de divulgação e desenvolverá ainda actividades de sensibilização para as crianças visitantes.

No dia 9, pelas 17.15h, os participantes poderão assistir a uma palestra de Susana Fonseca, presidente da Quercus.

Organização:



Mais informações: www.agrobio.pt
Venha pedalar por menos CO2!

Participe nesta Festa de Acção Global no dia 10/10/10

Quantas bicicletas são precisas para formar o número 350 visto do céu? Traga a sua e venha descobrir! No dia 10 de Outubro de 2010, pelas 15h30, o objectivo é reunir o máximo de “ciclistas”, amadores ou profissionais, junto do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, e desenhar um 350 bastante original que sensibilize para o problema das alterações climáticas.

Marque o Domingo 10/10/10 na agenda, traga uma camisola branca e um capacete colorido e pedale com a família ou amigos até Belém para celebrar um futuro climático com menos CO2!

Porquê um 350?

Porque 350 partes por milhão é o nível seguro de concentração máxima de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera para que seja possível manter a temperatura global do planeta longe das alterações climáticas e abaixo dos 2ºC de aquecimento global. A actual concentração é de 390 partes por milhão CO2.

Porquê com bicicletas?

Porque a mobilidade sustentável é um ponto fundamental no combate às alterações climáticas.

Porque queremos cidades com melhor qualidade do ar e menos carros.

Dê o exemplo já hoje e traga a sua bicicleta nos transportes colectivos, seja o comboio, o autocarro ou o metropolitano!

Porquê 10/10/10?

O movimento internacional 350.org associou-se à coordenação do 10/10/10, um evento que pretende ser o maior dia de acção global de sempre na luta contra as alterações climáticas, com diversos eventos a ocorrer no domingo, 10 de Outubro de 2010, em mais de 140 países de todo o mundo.

A Quercus junta-se uma vez mais a esta iniciativa e pretende mobilizar os portugueses para colocarem Lisboa no mapa do 10/10/10!

O que aconteceu no ano passado?

No dia 24 de Outubro de 2009, 144 cidades de todo o mundo, entre as quais Lisboa e Gaia, juntaram-se numa Acção Global pelo Clima fazendo 350 humanos como forma de reivindicar, aos líderes mundiais, medidas concretas para a resolução da crise climática.

Saiba mais em:

www.350.org
www.350.org/pt/node/22678 (página deste evento)

Erro Humano

Na Hungria, uma catástrofe ecológica obrigou a decretar o estado de emergência em três departamentos do oeste do país.
O produto está a escoar-se do reservatório de lamas tóxicas da fábrica de alumínio de Ajka – 165 quilómetros a oeste de Budapeste e inundou já diversas aldeias.
A lama vermelha gerada na produção de alumínio é composta de elementos tóxicos e corrosivos como o chumbo. A produção de cada tonelada de alumínio gera três toneladas de lama.
O secretário de Estado do Ambiente da Hungria declarou já que “esta é a mais grave catástrofe química que o país enfrentou”.
Na aldeia de Kolontar, a escola teve que ser evacuada. Um morador de uma aldeia vizinha conta que o pai tem 85 anos, conseguiu salvá-lo através de uma janela, mas foi hospitalizado com ferimentos graves nas pernas.
As causas foram investigadas, mas o primeiro-ministro, Viktor Orban, garante que não há causas naturais na origem do derramamento das lamas tóxicas e que se trata de erro humano.
Várias fontes falam de uma sobrecarga dos depósitos por excesso de produção.
Os feridos falam de sintomas de queimaduras: “Eu tenho ferimentos no peito. E dói-lhe? Sim, sinto-me como se tivesse uma queimadura”, diz uma senhora hospitalizada.
Além de graves queimaduras, a contaminação causou pesados estragos materiais.
“Penso que não voltará a haver vida. há 99% de probabilidades de já não haver a vida como se vê agora”, afirma um residente.
Kati Holtzer foi apanhada pela enxurrada vermelha e pensou que ia morrer. Conseguiu salvar o filho de três anos, colocando-o num sofá que flutuava na sala. Pensava que ia morrer. Telefonou ao marido que estava na Áustria para se despedir.
A minha mulher ficou queimada da cintura para baixo e o meu filho está tão traumatizado que não quer sair do hospital diz que é o único sítio onde se sente seguro. Veja lá, uma criança de três anos a dizer isto!”, desabafa Jozsef Holzer.
“Queremos ir para outro lado, víviamos aqui, era um sítio calmo, e agora a minha vida está estragada”, lança uma mulher.
“A única coisa que me resta são estes sapatos, perdi tudo e nem sequer me deixam ir para a minha casa”, diz uma residente de Devecser.
O governo da Hungria comprometeu-se a indemnizar as vítimas. Segundo o secretário de Estado do Ambiente, os proprietários da fábrica deverão pagar os estragos. Caso não tenham dinheiro será necessária a contribuição do governo húngaro e da União Europeia.
Para além dos efeitos sobre as pessoas e bens materiais, os especialistas estimam ainda que a lama tornará estéril todos os terrenos por onde passou e que os sistemas freáticos da região estão condenados.
Tentou-se prevenir a contaminação do rio Danúbio a todo o custo.
Enquanto o exército participa nas operações de limpeza e de ajuda às populações afectadas pelo maior desastre ecológico húngaro, o fluxo tóxico provocado por um acidente industrial chegou às águas do Danúbio.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, visitou Kolontar e mostrou-se extremamente pessimista em relação à possível reconstrução das zonas destruídas.
“O que vi é terrível, simplesmente terrível. É a prior tragédia ecológica de sempre na Hungria. As pessoas estão desesperadas. Deixou de haver confiança.”
De acordo com um responsável do serviço das águas húngaro, o fluxo tóxico passou do Raab para o Danúbio.
As amostras de água recolhidas na confluência dos dois rios mostram «uma taxa de alcalinidade ligeiramente superior ao normal que é de oito e pode ir até 14.
Apesar de a taxa ainda ser baixa, o ecossistema do segundo rio mais longo da Europa está ameaçado.
Entretanto, as autoridades anunciaram que todo o ecossistema do rio Marcal, directamente atingido pela maré de lamas tóxicas, foi destruído devido à poluição.
Todos os olhos estão postos no Danúbio. As autoridades da Sérvia e da Croácia estão a efectuar controlos da qualidade da água. Os testes vão continuar diariamente, durante a próxima semana, em função da evolução da lama tóxica, vinda da Hungria
A catástrofe não respeita fronteiras e ameaça agora vários países. O Danúbio é o segundo maior rio da Europa. A jusante da Hungria, passa pela Croácia, pela Sérvia, pela Roménia e Bulgária, e toca ainda na Moldávia, antes de desaguar no Mar Negro, perto da Ucrânia.
Para já, a Hungria, é o único país atingido. Budapeste pediu ajuda ao Mecanismo Europeu de Protecção Civil para fazer face ao desastre industrial que começa a afectar o ecossistema do Danúbio. As autoridades do país solicitaram o envio de especialistas em derrames tóxicos, descontaminações e meio ambiente, à medida que o rasto de morte se intensifica.
Desde segunda-feira, data do acidente na fábrica de alumínio, mais de um milhão de metros cúbicos de lama tóxica foram já derramados.
Hungria pediu ajuda ao Mecanismo Europeu de Protecção Civil para fazer frente ao desastre industrial que começa a afectar o ecossistema do rio Danúbio.
As autoridades do país solicitaram o envio de especialistas em derrames tóxicos, descontaminações e meio ambiente, à medida que o rasto de morte se intensifica e dizem que será preciso um ano e dezenas de milhões de euros para limpar as áreas afectadas.

Fonte: http://pt.euronews.net/

A McDonald’s e o ambiente

Na McDonald’s é possível efectuar a separação de resíduos como se faz em casa, mas até que ponto ela é feita? Quantas vezes os tabuleiros Ficam em cima da mesa e em seguida a empregada de limpeza deposita todas as embalagens para o mesmo local? Não foi uma, nem duas mas sim varias vezes que eu vi isso a acontecer Quantas mais foram que eu não vi? Parte do civismo de cada um levantar o seu próprio tabuleiro e efectuar a separação, Uma vez um tabuleiro não levantado pelo cliente, será lógico uma empresa de limpeza o efectuar contudo no meu ver será lógico também a mesma empresa efectuar a separação.
Não pretendo criticar a McDonald’s, pelo contrário a McDonald’s tem uma política ambiental bem estruturada, tem ao dispor de qualquer cliente folhetos com essa política. A minha crítica é sim para a falta de formação em empresas de limpeza para questões ambientais, tão simples como a separação de resíduos

Painéis junto as paragens

A CP prevê uma inauguração de um título de transporte endereçado ás famílias Este novo bilhete será valido para 4 pessoas que viajem juntas independentemente do grau de parentesco, na rede urbana da CP Lisboa aos sábados, domingos e feriados é uma boa opção para passeios de Fim-de-semana em família, não só uma boa opção a nível ambiental mas também a nível económico uma vez que titulo terá um desconte de 50% do valor normal.
No início de 2011 a CP vai seguir a ideia da FERTAGUS, do metro sul do Tejo e dos transportes colectivos do Barreiro.
Com vista a assinalar a semana Europeia da Mobilidade, a Rodoviária de Lisboa e a transportes sul do Tejo anunciaram a instalação junto ás suas paragens de painéis alimentados por energia solar, que permitem a leitura de cartões e títulos


Fonte: Notícias do seixal 27 de Setembro